Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico na dispensação e no controle de antimicrobianos.
Acesse www.cff.org.br
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
379ª Reunião Plenária do Conselho Federal de Farmácia
O Conselho Federal de Farmácia (CFF) realizou a sua 379ª Reunião Plenária, nos dias 18 e 19 de janeiro de 2011, das 9h às 19h, no Auditório Conselheiro Sebastião Ferreira Marinho, em Brasília. Os principais assuntos de pauta foram: a proposta de alteração da Resolução n.º485, de 21 de agosto de 2008, do CFF, que dispõe sobre o âmbito profissional de técnico de laboratório de nível médio em análises clínicas; a atualização do Código de Ética do Farmacêutico; o regulamento eleitoral, e a proposta de resolução que
dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no controle, dispensação e escrituração de antimicrobianos.
dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no controle, dispensação e escrituração de antimicrobianos.
O Plenário do CFF, além de discutir propostas de resoluções profissionais, também, votou processos ético-disciplinares, reforçou a importância do apoio dos Conselhos Regionais de Farmácia ao Sindicato dos Farmacêuticos, finalizou os preparativos para a solenidade de entrega da Comenda do Mérito Farmacêutico, no dia 20 de janeiro, e empossou a farmacêutica Karla Regina Lopes Elias na Cadeira de Conselheira Federal pelo Estado do Amazonas.
No dia 20 de janeiro de 2011, às 19h30, no Memorial JK, em Brasília (DF), o CFF realizou a solenidade comemorativa ao Dia do Farmacêutico. Na oportunidade, farmacêuticos, autoridades e personalidades ligadas à área da Saúde foram homenageados com a Comenda do Mérito Farmacêutico.
Durante o evento, também, foi realizada a entrega do Prêmio Jayme Torres, criado para incentivar a produção intelectual entre farmacêuticos e acadêmicos de Farmácia, sob a forma de artigos.
Durante o evento, também, foi realizada a entrega do Prêmio Jayme Torres, criado para incentivar a produção intelectual entre farmacêuticos e acadêmicos de Farmácia, sob a forma de artigos.
Palavras do Presidente do CFF, Dr. Jaldo de Souza Santos: “Buscamos o conhecimento, para entendermos o tratamento do ser e o ser que tratamos”.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
SELEÇÃO PARA PROFESSOR SUBSTITUTO NA UNIVERSIDADE DO AMAZONAS
A Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) está com as inscrições abertas para PROFESSOR SUBSTITUTO até o dia 21/01/2011, amanhã, nas seguintes
disciplinas:
- HEMATOLOGIA CLÍNICA
- TOXICOLOGIA CLÍNICA
- IMUNOLOGIA E VIROLOGIA CLÍNICAS
- BIOQUÍMICA CLÍNICA
Os interessados devem procurar a Secretaria da FCF, rua Alexandre Amorim, 330, bairro de Aparecida - Manaus;AM no horário comercial ou pelo fone (92) 3305-5000 com Luciana para maiores informações.
disciplinas:
- HEMATOLOGIA CLÍNICA
- TOXICOLOGIA CLÍNICA
- IMUNOLOGIA E VIROLOGIA CLÍNICAS
- BIOQUÍMICA CLÍNICA
Os interessados devem procurar a Secretaria da FCF, rua Alexandre Amorim, 330, bairro de Aparecida - Manaus;AM no horário comercial ou pelo fone (92) 3305-5000 com Luciana para maiores informações.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
DOAÇÕES ENTREGUES AO ABRIGO INFANTIL MONTE SALÉM
ENTREGAMOS NO FINAL DE SEMANA PASSADO TODAS AS DOAÇÕES DE ROUPAS, CALÇADOS E BRINQUEDOS AO ABRIGO INFANTIL MONTE SALÉM.
AGRADEÇO A TODOS OS COLEGAS E AMIGOS QUE COLABORARAM, PEDINDO A DEUS QUE ABENÇOE SUAS VIDAS E SEUS FAMILIARES.
AQUELES QUE AINDA QUISEREM AJUDAR, SEGUEM OS TELEFONES: 3653-3331, 3653-3331, 3653-3345. (FALAR COM SRA. TEREZINHA)
AGRADEÇO A TODOS OS COLEGAS E AMIGOS QUE COLABORARAM, PEDINDO A DEUS QUE ABENÇOE SUAS VIDAS E SEUS FAMILIARES.
AQUELES QUE AINDA QUISEREM AJUDAR, SEGUEM OS TELEFONES: 3653-3331, 3653-3331, 3653-3345. (FALAR COM SRA. TEREZINHA)
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Feliz 2011!!!
Que Deus nos abençoe neste Natal e que Sua luz brilhe sobre nós. Que o amor floresça em todo o mundo e que possamos desfrutar da bondade e do amor de Cristo.Que o novo ano traga novas esperanças, novas conquistas. Que nossa fé esteja sempre viva e que nossos sonhos tornem-se realidade.
Karla Regina
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Sinal de Alerta contra o Ato Médico!
O Conselho Federal de Medicina está tentando aprovar o Ato Médico no Senado Federal antes da nova composição do mesmo. A votação em caráter de urgência representa um alto risco na preservação do âmbito profissional dos demais profissionais da área de saúde e, principalmente, para a saúde da Sociedade Brasileira, considerando que este Projeto de Lei ameaça frontalmente o multiprofissionalismo, centralizando todos os procedimentos na área de saúde a um único profissional – O médico. Não podemos permitir este retrocesso uma vez que o multiprofissionalismo exercido com ética e respeito mutuo é uma realidade mundial.
A Comissão de Citologia,Saúde e Serviços de Alta Complexidade do Conselho Federal de Farmácia da qual tenho a honra de fazer parte tem envidado todos os esforços para evitar qualquer prejuízo no exercício profissional dos farmacêuticos e na saúde da Sociedade Brasileira.
Entidades da saúde fazem ofensiva para evitar que o projeto do ato médico seja aprovado pelo Senado Federal. Movimentação de lobistas em favor do projeto preocupa os representantes das 13 profissões de saúde representada no Fentas – Fórum de Entidades Nacionais de Trabalhadores da Área da Saúde, que convoca a sociedade a se manifestar para evitar este retrocesso à saúde do Brasil.
De acordo com nota divulgada pelo Fentas, o perigo de aprovação do projeto no final deste ano é real e reitera o posicionamento e solicitação das entidades aos senadores para que “não coloquem em pauta, sob regime de urgência, projeto tão polêmico e que precisa ser melhor discutido com a sociedade”. Leia Nota das Entidades do Fentas sobre o Ato Médico. Veja mais... http://www.fenafar.org.br/portal/emprego-e-trabalho/66-emprego-e-trabalho/666-fentas-faz-mobilizacao-contra-o-ato-medico.html?sms_ss=twitter&at_xt=4ce3e9efe085050a,0
CÓPIA DO Ofício FENTAS n°. 026/2010
Brasília, 11 de novembro de 2010.
Aos Integrantes do FENTAS- Fórum de Entidades Nacionais de Trabalhadores da Área da Saúde
Assunto: Continuidade nas ações de mobilização contra o PL do Ato Médico
Prezados Senhores,
Dando continuidade às ações de mobilização contra o PL do Ato Médico, encaminhamos abaixo a lista com os endereços eletrônicos de todos os Senadores da República bem como uma sugestão de mensagem a ser enviada a eles.
Solicitamos a todas as entidades a divulgação dessa manifestação, replicando-a para a sua lista de contatos. Basta copiar a lista de endereços eletrônicos abaixo e enviar emails aos senadores, manifestando sua contrariedade na votação do PL do Ato Médico, em caráter de urgência.
Nessa oportunidade, reencaminhamos documentos anexos com exposição de motivos que sustentam essa posição.
Atenciosamente,
Ana Cristhina de Oliveira Brasil
Coordenadora do FENTAS
fentas.secretaria@gmail.com
SUGESTÃO DE MENSAGEM A SER ENVIADA AOS SENADORES
Após tomar conhecimento do pleito para pautar, em caráter de urgência, o PLS n.º 268/2002/ PLC nº 7703-C/2006, conhecido como PL do Ato Médico, no plenário do Senado Federal, manifesto minha contrariedade quanto à urgência dessa votação.
Solicito que essa Casa discuta o referido projeto de lei de forma ampla e democrática, assegurando a sua votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para depois a votação na Comissão de Educação, que já possui um requerimento de audiência pública aprovado, para só então o PL retornar a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para por último ir a Plenário.
Importa também considerar que, na atual conjuntura, existem outros assuntos de maior relevância social para o país, a exemplo da Emenda Constitucional 29, e que a votação do PL do Ato Médico, de forma acelerada, é um golpe contra a democracia, o direito dos usuários e a autonomia das demais profissões de saúde.
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS DE TODOS OS SENADORES - http://www.senado.gov.br/senadores/
acir@senador.gov.br, adelmir.santana@senador.gov.br,
alfredo.cotait@senador.gov.br, alfredo.nascimento@senador.gov.br,
almeida.lima@senador.gov.br, mercadante@senador.gov.br,
alvarodias@senador.gov.br, acmjr@senador.gov.br, antval@senador.gov.br,
arthur.virgilio@senador.gov.br, augusto.botelho@senador.gov.br,
cesarborges@senador.gov.br, cicero.lucena@senador.gov.br,
cristovam@senador.gov.br, delcidio.amaral@senador.gov.br,
demostenes.torres@senador.gov.br, edison.lobao@senador.gov.br,
eduardoazeredo@senador.gov.br, eduardo.suplicy@senador.gov.br,
efraim.morais@senador.gov.br, eliseuresende@senador.gov.br,
ecafeteira@senador.gov.br, fatima.cleide@senadora.gov.br,
fernando.collor@senador.gov.br, flavioarns@senador.gov.br,
flexaribeiro@senador.gov.br, francisco.dornelles@senador.gov.br,
geraldo.mesquita@senador.gov.br, gecamata@senador.gov.br,
gilberto.goellner@senador.gov.br, gilvamborges@senador.gov.br,
gim.argello@senador.gov.br, helio.costa@senador.gov.br,
heraclito.fortes@senador.gov.br, ideli.salvatti@senadora.gov.br,
inacioarruda@senador.gov.br, jarbas.vasconcelos@senador.gov.br,
jayme.campos@senador.gov.br, jefferson.praia@senador.gov.br,
joaodurval@senador.gov.br, joaofaustino@senador.gov.br,
joaoribeiro@senador.gov.br, jtenorio@senador.gov.br,
j.v.claudino@senador.gov.br, josebezerra@senador.gov.br,
josenery@senador.gov.br, sarney@senador.gov.br, katia.abreu@senadora.gov.br,
leomar@senador.gov.br, lucia.vania@senadora.gov.br,
magnomalta@senador.gov.br, maosanta@senador.gov.br, crivella@senador.gov.br,
marco.maciel@senador.gov.br, marconi.perillo@senador.gov.br,
maria.carmo@senadora.gov.br, marinasi@senado.gov.br,
mario.couto@senador.gov.br, marisa.serrano@senadora.gov.br,
fecury@senador.gov.br, mozarildo@senador.gov.br,
neutodeconto@senador.gov.br, niura.demarchi@senadora.gov.br,
osmardias@senador.gov.br, gab.papaleopaes@senado.gov.br,
patricia@senadora.gov.br, paulopaim@senador.gov.br, simon@senador.gov.br,
regis.fichtner@senador.gov.br, renan.calheiros@senador.gov.br,
renatoc@senador.gov.br, robertocavalcanti@senador.gov.br,
romero.juca@senador.gov.br, rosalba.ciarlini@senadora.gov.br,
sergio.guerra@senador.gov.br, zambiasi@senador.gov.br,
serys@senadora.gov.br, tasso.jereissati@senador.gov.br,
tiao.viana@senador.gov.br, valdir.raupp@senador.gov.br,
valterpereira@senador.gov.br
Sites relacionado ao assunto
http://www.naoaoatomedico.org.br/
www.atomediconao.com.br/
"CÂNCER DE COLO UTERINO: IMPORTÂNCIA DA ANAMNESE, PROGRAMAS DE CONTROLE E PRINCIPAIS CONDUTAS"
Epidemiologia do Câncer de Colo Uterino
Aproximadamente 500 mil casos novos por ano no mundo. É o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres, sendo responsável pelo óbito de aproximadamente, 230 mil mulheres por ano.
Brasil: 18.430 novos casos para 2010 (INCA, 2009)
Risco estimado de 18 casos a cada 100.000 mulheres.
Região Norte: é o mais incidente, sem considerar os tumores de pele não melanoma - novos casos esperados: 23/100.000 mulheres.
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO CÂNCER DE COLO DO ÚTERO E MAMA
IMPLANTADO NO BRASIL EM 1997.
Câncer no Brasil = Problema de Saúde Pública
Problemas de Cunho social e econômico que dificultam o acesso aos serviços.
Má qualidade da coleta que colabora para o aumento de resultados falso-negativos.
Coleta insatisfatória que obriga a uma recoleta indesejada e que muitas vezes não é realizada.
PODEMOS MODIFICAR ESSE QUADRO
MAIS INFORMAÇÕES À POPULAÇÃO.
TREINAMENTO DOS PROFISSIONAIS.
Lei nº 11.664 (29/04/2008)
Dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
Esta Lei assegura entre outros itens:
A realização de exame citopatológico do colo uterino a todas as mulheres que já tenham iniciado sua vida sexual, independentemente da idade;
A realização de exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 (quarenta) anos de idade.
AUSÊNCIA DE INFORMAÇÕES CLÍNICAS E SUAS IMPLICAÇÕES NA INTERPRETAÇÃO DO EXAME CITOPATOLÓGICO:
Data da coleta/data da última menstruação
Células endometriais até o 12º dia do ciclo = normal.
A presença de células endometriais normais na segunda metade do ciclo menstrual pode estar relacionada com patologia endometrial.
Idade da paciente (peri ou pós-menopausa)
Presença de células endometriais em citologia de pacientes peri ou pós-menopáusicas se relaciona com um aumento na detecção de hiperplasias e adenocarcinoma do endométrio;
Mulheres com mais de 50 anos com este achado citológico, mostram até 15 vezes mais possibilidade de ter um adenocarcinoma endometrial.
Uso de hormônios esteróides (TRH)
a administração de hormônios esteróides, na mulher menopausada, provoca uma proliferação e uma descamação de células endometriais que podem ser encontradas a nível cérvico-vaginal;
encontra-se também maturação das células da ectocérvice (semelhante à citologia de mulheres mais jovens).
Gravidez
possui padrões celulares diferentes nas três fases:
primeiro, segundo e terceiro trimestres.
Possui padrões celulares diferentes:
mulheres na fase fértil não gravidas.
Dispositivo intra-uterino (DIU)
As alterações citológicas relacionadas ao diu se caracterizam pela presença de células que podem ser confundidas com adenocarcinoma;
Deve-se fazer diagnóstico diferencial de adenocarcinoma na presença de diu.
Pólipo endocervical e endometrial
a pressão mecânica exercida por um pólipo na mucosa glandular pode provocar a presença de células atípicas. Mostram-se, às vezes, com formas gigantes, o que pode confundir o citologista.
Interrupção da gravidez – curetagem
Essa eventualidade merece ser citada, pois se os dados clínicos não mencionam a curetagem, o diagnóstico de malignidade pode ser evocado.
Efeitos da radioterapia
a citologia permite observar lesões celulares a nível de tecidos tumorais e dos tecidos vizinhos normais;
A radioterapia ocasiona alterações do epitélio escamoso e endocervical que imitam processos displásicos e malignos;
a persistência ou o reaparecimento de atipias citológicas severas cerca de seis semanas após a radioterapia de tumores malignos cervicais, assinala o fracasso da ação das radiações.
Efeitos da quimioterapia
agentes alquilantes exercem um efeito direto sobre as células do epitélio escamoso cérvico-vaginal semelhante as modificações que ocorrem nas nic’s.
Efeitos da cauterização e crioterapia
o calor ou o frio utilizados no tratamento das lesões pré-cancerosas do colo do útero, agem sobre as células benignas e atípicas;
os efeitos imediatos (fase aguda) são um aumento de tamanho das células, vacuolização nuclear e citoplasmática, compactação da cromatina e ruptura da membrana nuclear. Essas reações duram de 8 a 10 dias.
NOMENCLATURA BRASILEIRA PARA LAUDOS CERVICAIS
Avaliação pré-analítica:
Amostra rejeitada por:
Ausência ou erro de identificação da lâmina e/ou do frasco;
Identificação da lâmina e/ou do frasco não coincidente com a do formulário;
Lâmina danificada ou ausente;
Causas alheias ao laboratório (especificar);
Outras causas (especificar).
Adequabilidade da amostra:
- Satisfatória
- Insatisfatória para avaliação oncótica devido a:
Material acelular ou hipocelular (< 10% do esfregaço);
Leitura prejudicada (> 75% do esfregaço) por presença de:
sangue
piócitos
artefatos de dessecamento
contaminantes externos
intensa superposição celular
outros (especificar)
Diagnóstico descritivo:
Dentro dos limites da normalidade, no material examinado;
Alterações celulares benignas;
Atipias celulares.
Alterações celulares benignas:
Inflamação
Reparação
Metaplasia escamosa imatura
Atrofia com inflamação
Radiação
Outras: (especificar)
Atipias celulares:
Células atípicas de significado indeterminado
Escamosas
- Possivelmente não neoplásicas
- Não se pode afastar lesão intra-epitelial de alto grau
Glandulares
- Possivelmente não neoplásicas
- Não se pode afastar lesão intra-epitelial de alto grau
De origem indefinida
- Possivelmente não neoplásicas
- Não se pode afastar lesão intra-epitelial de alto grau
Atipias celulares:
Em células escamosas
- Lesão intra-epitelial de baixo grau (compreendendo efeito citopático pelo HPV e Neoplasia intra-epitelial cervical grau I)
- Lesão intra-epitelial de alto grau (compreendendo Neoplasias intra-epiteliais cervicais graus II e III)
- Lesão intra-epitelial de alto grau, não podendo excluir micro-invasão
- Carcinoma epidermóide invasor
Atipias celulares:
Em células glandulares
- Adenocarcinoma “in situ”
- Adenocarcinoma invasor:
- Cervical
- Endometrial
- Sem outras especificações
- Outras neoplasias malignas
- Presença de células endometriais (na pós-menopausa ou acima de 40 anos, fora do período menstrual)
V. Microbiologia:
-Lactobacillus sp
-Bacilos supracitoplasmáticos (sugestivos de Gardnerella/Mobiluncus)
-Outros bacilos
-Cocos
-Candida sp
-Trichomonas vaginalis
-Sugestivo de Chlamydia sp
-Actinomyces sp
-Efeito citopático compatível com vírus do grupo Herpes
-Outros: (especificar)
RDC 302 ANVISA - 13/10/2005
Dispõe sobre Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos.
Abrangência: Laboratórios Clínicos e postos de coleta laboratorial públicos e privados que realizam atividades na área de análises clínicas, patologia clínica e citologia.
Processos Operacionais
Registros
Garantia da Qualidade
Controle da Qualidade Interno e Externo
PARÂMETROS DA AVALIAÇÃO
Segundo a American Society of Cytopathology diferentes estratégias para o controle e a garantia da qualidade do exame citopatológico podem ser utilizadas:
AVALIAÇÃO PRÉ-ANALÍTICA.
REVISÃO DE CASOS.
CORRELAÇÕES CITO-HISTOLÓGICA E CLÍNICA.
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO EXAME.
REGULAMENTAÇÃO DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO.
EDUCAÇÃO CONTINUADA.
TESTE DE PROFICIÊNCIA.
IMPLANTAÇÃO DO MIQ
O Monitoramento Interno da Qualidade (MIQ) normatiza que a primeira leitura deve ser feita em tempo normal, sendo no máximo a leitura de 40 lâminas para cada 4 horas de trabalho.
Encaminhar 10% das lâminas lidas pelo primeiro observador para rescreening por outros observadores para MIQ.
Todo laboratório de citologia deve controlar a qualidade de sua leitura microscópica.
Estudos mostram que dos resultados falso-negativos, cerca de 38% corresponde a erro de leitura.
E os outros 62%?
Podemos fazer um MIQ dos procedimentos referentes à fase pré-analítica:
COLETA / CONFECÇÃO DO ESFREGAÇO
FIXAÇÃO
COLORAÇÃO
MONTAGEM DA LAMÍNULA
Como Proceder?
Esfregaço espesso ou fino demais.
Bolhas de ar na montagem.
Falta ou excesso de líquido de montagem da lamínula.
Falta de identificação ou identificação inadequada da lâmina.
Reconferência dos dados Lâmina/Solicitação do exame.
Coloração avermelhada ou verde em excesso.
Protocolo de todas as observações.
Reuniões periódicas com todos os profissionais envolvidos no setor.
Outros.
Um adequado sistema de CQ deve se apoiar:
Na revisão acurada dos casos;
Na troca de informações entre o clínico e o citopatologista;
No intercâmbio com outros laboratórios;
Na avaliação periódica do profissional, tanto de nível técnico como universitário;
No controle dos casos de rotina.
PARTICIPAÇÃO DO MEQ
Os laboratórios participantes do PNCCCU devem encaminhar suas lâminas, selecionadas pelo SISCOLO, para a releitura nos laboratórios definidos pela coordenação estadual do Programa como UMEQ.
Enviar o mínimo de 10% do total de exames.
Critérios para seleção:
Todas as lâminas com casos positivos;
Todas as lâminas insatisfatórias;
Mínimo de 5% dos exames normais, selecionados pelo número final do exame, aleatoriamente.
Os exames discordantes serão imediatamente comunicados ao laboratório de origem pela Coordenação do Programa, para que sejam adotadas as providências cabíveis.
“A contribuição para a redução do câncer de colo uterino envolve um esforço conjunto dos órgãos públicos, de programas educativos, imprensa, educadores, profissionais de saúde, de incentivos para capacitar e treinar esses profissionais e da comunidade em buscar informações e fazer uso dos seus direitos.”
Aproximadamente 500 mil casos novos por ano no mundo. É o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres, sendo responsável pelo óbito de aproximadamente, 230 mil mulheres por ano.
Brasil: 18.430 novos casos para 2010 (INCA, 2009)
Risco estimado de 18 casos a cada 100.000 mulheres.
Região Norte: é o mais incidente, sem considerar os tumores de pele não melanoma - novos casos esperados: 23/100.000 mulheres.
PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DO CÂNCER DE COLO DO ÚTERO E MAMA
IMPLANTADO NO BRASIL EM 1997.
Câncer no Brasil = Problema de Saúde Pública
Problemas de Cunho social e econômico que dificultam o acesso aos serviços.
Má qualidade da coleta que colabora para o aumento de resultados falso-negativos.
Coleta insatisfatória que obriga a uma recoleta indesejada e que muitas vezes não é realizada.
PODEMOS MODIFICAR ESSE QUADRO
MAIS INFORMAÇÕES À POPULAÇÃO.
TREINAMENTO DOS PROFISSIONAIS.
Lei nº 11.664 (29/04/2008)
Dispõe sobre a efetivação de ações de saúde que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
Esta Lei assegura entre outros itens:
A realização de exame citopatológico do colo uterino a todas as mulheres que já tenham iniciado sua vida sexual, independentemente da idade;
A realização de exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 (quarenta) anos de idade.
AUSÊNCIA DE INFORMAÇÕES CLÍNICAS E SUAS IMPLICAÇÕES NA INTERPRETAÇÃO DO EXAME CITOPATOLÓGICO:
Data da coleta/data da última menstruação
Células endometriais até o 12º dia do ciclo = normal.
A presença de células endometriais normais na segunda metade do ciclo menstrual pode estar relacionada com patologia endometrial.
Idade da paciente (peri ou pós-menopausa)
Presença de células endometriais em citologia de pacientes peri ou pós-menopáusicas se relaciona com um aumento na detecção de hiperplasias e adenocarcinoma do endométrio;
Mulheres com mais de 50 anos com este achado citológico, mostram até 15 vezes mais possibilidade de ter um adenocarcinoma endometrial.
Uso de hormônios esteróides (TRH)
a administração de hormônios esteróides, na mulher menopausada, provoca uma proliferação e uma descamação de células endometriais que podem ser encontradas a nível cérvico-vaginal;
encontra-se também maturação das células da ectocérvice (semelhante à citologia de mulheres mais jovens).
Gravidez
possui padrões celulares diferentes nas três fases:
primeiro, segundo e terceiro trimestres.
Possui padrões celulares diferentes:
mulheres na fase fértil não gravidas.
Dispositivo intra-uterino (DIU)
As alterações citológicas relacionadas ao diu se caracterizam pela presença de células que podem ser confundidas com adenocarcinoma;
Deve-se fazer diagnóstico diferencial de adenocarcinoma na presença de diu.
Pólipo endocervical e endometrial
a pressão mecânica exercida por um pólipo na mucosa glandular pode provocar a presença de células atípicas. Mostram-se, às vezes, com formas gigantes, o que pode confundir o citologista.
Interrupção da gravidez – curetagem
Essa eventualidade merece ser citada, pois se os dados clínicos não mencionam a curetagem, o diagnóstico de malignidade pode ser evocado.
Efeitos da radioterapia
a citologia permite observar lesões celulares a nível de tecidos tumorais e dos tecidos vizinhos normais;
A radioterapia ocasiona alterações do epitélio escamoso e endocervical que imitam processos displásicos e malignos;
a persistência ou o reaparecimento de atipias citológicas severas cerca de seis semanas após a radioterapia de tumores malignos cervicais, assinala o fracasso da ação das radiações.
Efeitos da quimioterapia
agentes alquilantes exercem um efeito direto sobre as células do epitélio escamoso cérvico-vaginal semelhante as modificações que ocorrem nas nic’s.
Efeitos da cauterização e crioterapia
o calor ou o frio utilizados no tratamento das lesões pré-cancerosas do colo do útero, agem sobre as células benignas e atípicas;
os efeitos imediatos (fase aguda) são um aumento de tamanho das células, vacuolização nuclear e citoplasmática, compactação da cromatina e ruptura da membrana nuclear. Essas reações duram de 8 a 10 dias.
NOMENCLATURA BRASILEIRA PARA LAUDOS CERVICAIS
Avaliação pré-analítica:
Amostra rejeitada por:
Ausência ou erro de identificação da lâmina e/ou do frasco;
Identificação da lâmina e/ou do frasco não coincidente com a do formulário;
Lâmina danificada ou ausente;
Causas alheias ao laboratório (especificar);
Outras causas (especificar).
Adequabilidade da amostra:
- Satisfatória
- Insatisfatória para avaliação oncótica devido a:
Material acelular ou hipocelular (< 10% do esfregaço);
Leitura prejudicada (> 75% do esfregaço) por presença de:
sangue
piócitos
artefatos de dessecamento
contaminantes externos
intensa superposição celular
outros (especificar)
Diagnóstico descritivo:
Dentro dos limites da normalidade, no material examinado;
Alterações celulares benignas;
Atipias celulares.
Alterações celulares benignas:
Inflamação
Reparação
Metaplasia escamosa imatura
Atrofia com inflamação
Radiação
Outras: (especificar)
Atipias celulares:
Células atípicas de significado indeterminado
Escamosas
- Possivelmente não neoplásicas
- Não se pode afastar lesão intra-epitelial de alto grau
Glandulares
- Possivelmente não neoplásicas
- Não se pode afastar lesão intra-epitelial de alto grau
De origem indefinida
- Possivelmente não neoplásicas
- Não se pode afastar lesão intra-epitelial de alto grau
Atipias celulares:
Em células escamosas
- Lesão intra-epitelial de baixo grau (compreendendo efeito citopático pelo HPV e Neoplasia intra-epitelial cervical grau I)
- Lesão intra-epitelial de alto grau (compreendendo Neoplasias intra-epiteliais cervicais graus II e III)
- Lesão intra-epitelial de alto grau, não podendo excluir micro-invasão
- Carcinoma epidermóide invasor
Atipias celulares:
Em células glandulares
- Adenocarcinoma “in situ”
- Adenocarcinoma invasor:
- Cervical
- Endometrial
- Sem outras especificações
- Outras neoplasias malignas
- Presença de células endometriais (na pós-menopausa ou acima de 40 anos, fora do período menstrual)
V. Microbiologia:
-Lactobacillus sp
-Bacilos supracitoplasmáticos (sugestivos de Gardnerella/Mobiluncus)
-Outros bacilos
-Cocos
-Candida sp
-Trichomonas vaginalis
-Sugestivo de Chlamydia sp
-Actinomyces sp
-Efeito citopático compatível com vírus do grupo Herpes
-Outros: (especificar)
RDC 302 ANVISA - 13/10/2005
Dispõe sobre Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos.
Abrangência: Laboratórios Clínicos e postos de coleta laboratorial públicos e privados que realizam atividades na área de análises clínicas, patologia clínica e citologia.
Processos Operacionais
Registros
Garantia da Qualidade
Controle da Qualidade Interno e Externo
PARÂMETROS DA AVALIAÇÃO
Segundo a American Society of Cytopathology diferentes estratégias para o controle e a garantia da qualidade do exame citopatológico podem ser utilizadas:
AVALIAÇÃO PRÉ-ANALÍTICA.
REVISÃO DE CASOS.
CORRELAÇÕES CITO-HISTOLÓGICA E CLÍNICA.
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO EXAME.
REGULAMENTAÇÃO DO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO.
EDUCAÇÃO CONTINUADA.
TESTE DE PROFICIÊNCIA.
IMPLANTAÇÃO DO MIQ
O Monitoramento Interno da Qualidade (MIQ) normatiza que a primeira leitura deve ser feita em tempo normal, sendo no máximo a leitura de 40 lâminas para cada 4 horas de trabalho.
Encaminhar 10% das lâminas lidas pelo primeiro observador para rescreening por outros observadores para MIQ.
Todo laboratório de citologia deve controlar a qualidade de sua leitura microscópica.
Estudos mostram que dos resultados falso-negativos, cerca de 38% corresponde a erro de leitura.
E os outros 62%?
Podemos fazer um MIQ dos procedimentos referentes à fase pré-analítica:
COLETA / CONFECÇÃO DO ESFREGAÇO
FIXAÇÃO
COLORAÇÃO
MONTAGEM DA LAMÍNULA
Como Proceder?
Esfregaço espesso ou fino demais.
Bolhas de ar na montagem.
Falta ou excesso de líquido de montagem da lamínula.
Falta de identificação ou identificação inadequada da lâmina.
Reconferência dos dados Lâmina/Solicitação do exame.
Coloração avermelhada ou verde em excesso.
Protocolo de todas as observações.
Reuniões periódicas com todos os profissionais envolvidos no setor.
Outros.
Um adequado sistema de CQ deve se apoiar:
Na revisão acurada dos casos;
Na troca de informações entre o clínico e o citopatologista;
No intercâmbio com outros laboratórios;
Na avaliação periódica do profissional, tanto de nível técnico como universitário;
No controle dos casos de rotina.
PARTICIPAÇÃO DO MEQ
Os laboratórios participantes do PNCCCU devem encaminhar suas lâminas, selecionadas pelo SISCOLO, para a releitura nos laboratórios definidos pela coordenação estadual do Programa como UMEQ.
Enviar o mínimo de 10% do total de exames.
Critérios para seleção:
Todas as lâminas com casos positivos;
Todas as lâminas insatisfatórias;
Mínimo de 5% dos exames normais, selecionados pelo número final do exame, aleatoriamente.
Os exames discordantes serão imediatamente comunicados ao laboratório de origem pela Coordenação do Programa, para que sejam adotadas as providências cabíveis.
“A contribuição para a redução do câncer de colo uterino envolve um esforço conjunto dos órgãos públicos, de programas educativos, imprensa, educadores, profissionais de saúde, de incentivos para capacitar e treinar esses profissionais e da comunidade em buscar informações e fazer uso dos seus direitos.”
Assinar:
Postagens (Atom)